...

Vitrine

O Monte dos Vendavais - Emily Brontë


O fulgurante talento literário das três irmãs Brontë é um dos mais desconcertantes enigmas da história literária. Mas Emily Brontë, que morreu aos 30 anos e viveu numa quase completa reclusão, é um mistério por direito próprio. E o protagonista do seu único livro (E que livro!), Heathcliff, brutal, agreste, apaixonado, mas capaz de planejar a sua vingança a frio, é um abismo ainda mais insondável. Até a brilhante irmã mais velha de Emily, Charlotte, se assustou com o negrume selvagem de Heathcliff. E quando o livro saiu, em 1847, assinado por um pseudônimo masculino, a Graham’s Lady Magazine questionou-se: “Como é que um ser humano pôde escrever um livro como este sem se suicidar antes de concluir uma dúzia de capítulos?”


Comente e compartilhe este artigo!

⬛◼◾▪ Social Media ▪◾◼⬛
• FACEBOOK • TWITTER • INSTAGRAM  • TUMBLR   GOOGLE+   LINKEDIN   PINTEREST

⬛◼◾▪ Blogs ▪◾◼⬛
• SFE®  • SFE Tech®  • SFE Terms®  • SFE Books®  • SFE Biography®
⬛◼◾▪ CONTATO ▪

Chefe de Quadrilha por um Dia - Sudhir Venkatesh

Chefe de Quadrilha por um Dia - Sudhir Venkatesh


De forma honesta e divertida, Venkatesh relata seus anos de convivência com uma quadrilha de traficantes de crack de Chicago num olhar fascinante dentro do complexo mundo da pobreza urbana de Windy City. Venkatesh morou num dos guetos mais terríveis dos Estados Unidos por quase uma década. Entrou com a visão de alguém de fora e saiu com o acesso de alguém de dentro. Vários escritos sobre a pobreza costumam reduzir os seres humanos que vivem respiram brincam lutam amam e pensam a idiotas controlados por forças invisíveis. Este livro faz o contrário: mostra dia a dia como os traficantes de crack, líderes comunitários, prostitutas, pais trambiqueiros, policiais e o próprio Venkatesh tentaram construir uma vida boa a partir de tão precária matéria.


Envie seus comentários e sugestões e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com

✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets

Always a Winner: Finding Your Competitive Advantage in an Up and Down Economy

Always a Winner: Finding Your Competitive Advantage in an Up and Down Economy



Always a Winner: Finding Your Competitive Advantage in an Up and Down Economy teaches business executives how to recession proof one's company in turbulent times. Executives learn to forecast movements and turning points in the business cycle and to use that information to implement a set of management strategies over the course of the business cycle that helps their companies build competitive advantage relative to rivals. In the process, business executives learn to recession proof their company in turbulent times. The book also teaches corporate executives how to build an organization through the transformation of its organizational structure and the introduction of a more business cycle sensitive organizational culture.


Table of Contents:

About the Author
Preface

A Big-Picture View of the Always a Winner Organization

Chapter 1 Why Recessions Are More Dangerous than Any 10 Competitors
Chapter 2 What Good to Great and Always a Winner Organizations Have in Common
Chapter 3 What Are the Three Steps to Becoming an Always a Winner Organization?
Chapter 4 How to Strategically Manage Through the Business Cycle Seasons
Step I: Becoming Your Own Economic Forecaster
Chapter 5 How (and Why) the Business Cycle Cycles
Chapter 6 How to Forecast the Business Cycle in Four Easy Pieces
Chapter 7 Why the GDP Equation is Your Most Important Forecasting Tool
Chapter 8 Why Tracking the Consumer is the Ultimate Confidence Game
Chapter 9 Why Taking the Pulse of Business Investment is as Simple as ISM
Chapter 10 How Falling Exports Can Flatten an Economy in a Flat World
Chapter 11 Why Uncle Sam is the Spender of Last Resort
Chapter 12 How Do I Fear Thee, Inflation? Let Me Count the Ways
Chapter 13 Why the Bond Market is Not a Casino
Chapter 14 Why Forecasting a Recession is No Bull (Market)
Chapter 15 How the Corporate Earnings Calendar Literally "Guides" Your Strategy
Step II: Always a Winner Strategies through the Business Cycle Seasons
Chapter 16 How to Recession-Proof Your Supply Chain
Chapter 17 Why Cherry Picking the Talent Pool During Recessions is Your Quality Key
Chapter 18 Why Countercyclical Advertising is the Best Way to Build Brand and Market Share
Chapter 19 Why Companies Often Price Their Products and Manage Credit Exactly Wrong
Chapter 20 How To Not Get Run Over by the Capital Expenditures Bandwagon
Chapter 21 Why You Should Buy Low and Sell High over the Stock Market Cycle
Chapter 22 How to Minimize Your Capital Financing Costs over the Interest Rate Cycle
Step III: Building the Always a Winner Organization
Chapter 23 Why Always a Winner Organizations Always Begin with a Strong Business Cycle Management Orientation
Chapter 24 How Every Executive Team Can Boost Its Economic and Financial Market Literacy
Chapter 25 Why a Facilitative Structure Must Follow Your Business Cycle Management Strategy
Chapter 26 Why a Supportive Organizational Culture is Essential to Always Being a Winner
Chapter 27 How to Protect Your 401(k) in an Up-and-Down Stock Market

Concluding Thoughts
Notes
Acknowledgements
Index


Deixe seus comentários, compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com
✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets

A Condição Humana - Hannah Arendt



Hannah Arendt publicou este livro em 1958, e este traça a história da condição humana desde a Grécia antiga até à Europa moderna. Ao cidadão ateniense, cuja liberdade se exercia agindo na esfera pública, intervindo nos assuntos da cidade, contrapõe-se um homem moderno que se vai tornando cada vez mais alienado e apolítico. E não há verdadeira democracia sem um espaço público participado e plural. “De vez em quando encontro livros que me dão a sensação de terem sido escritos para mim... A Condição Humana pertence a esse pequeno e selecionado gênero”, escreveu o grande poeta inglês W. H. Auden.

Comente e compartilhe este artigo!

⬛◼◾▪ Social Media ▪◾◼⬛
• FACEBOOK • TWITTER • INSTAGRAM  • TUMBLR   GOOGLE+   LINKEDIN   PINTEREST

⬛◼◾▪ Blogs ▪◾◼⬛
• SFE®  • SFE Tech®  • SFE Terms®  • SFE Books®  • SFE Biography®
⬛◼◾▪ CONTATO ▪

O Problema dos Três Corpos - Cixin Liu

O Problema dos Três Corpos - Cixin Liu


China, final dos anos 1960. Enquanto o país inteiro está sendo devastado pela violência da Revolução Cultural, um pequeno grupo de astrofísicos, militares e engenheiros começa um projeto ultrassecreto envolvendo ondas sonoras e seres extraterrestres.
Uma decisão tomada por um desses cientistas mudará para sempre o destino da humanidade e, cinquenta anos depois, uma civilização alienígena a beira do colapso planeja uma invasão. ‘O problema dos três corpos’ é uma crônica da marcha humana em direção aos confins do universo. Uma clássica história de ficção científica, no melhor estilo de Arthur C. Clarke. Um jogo envolvente em que a humanidade tem tudo a perder.
Envie seus comentários e sugestões e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com

✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets

Magic and Loss - A Internet como arte - Virginia Heffernan

Magic and Loss - A Internet como arte - Virginia Heffernan


Embora Virginia Heffernan saiba fazer jornalismo - percorrer documentos, entrevistados, escrever histórias que passam New York Times Muster - sua melhor fonte é o emaranhado única de neurônios dentro de sua cabeça. Todo mundo tem um emaranhado de neurônios, é claro, mas o seu é otimizado para a observação astuta, o mordente de lado, e os saltos olímpicos de tamanho. Aqui, seu assunto é a internet; Sua abordagem não é descrever sua infra-estrutura ou seu modelo de negócios, mas sim sua complexa relação com a arte - como a Rede incentiva, interrompe e estranhamente refaz a cultura. A viva crítica de Heffernan está cheia de referências, mas funciona melhor quando ela se aprofunda em suas próprias reações a esse meio mais transformacional.
Eu admito que meu capítulo favorito aqui é aquele chamado Música, que é em grande parte sobre o iPod. Uma vez eu escrevi o meu próprio livro sobre o iPod , onde, além de fazer as coisas jornalísticos, fiz o que poderia agora ser considerado riffs, Heffernan fala sobre como essa "coisa perfeita" mudou a nossa relação com a música. Em Magic and Loss, Heffernan reconhece uma leitura atenta do meu livro, e se baseia em meus primeiros achados com seus insights pós-iPhone. Em algumas passagens, eu sentia como se eu fosse um daqueles cantores de décadas de idade agora misturados em um dueto com um crooner contemporâneo, como a "colaboração" de Natalie Cole com seu falecido pai Nat King Cole. Mas esses momentos duram apenas por algumas barras de sua composição: no final do capítulo, ela está fora com novas arpejos, como que "pinturas Cy Twombly sonoras", e o desenho de som do filme, The Hurt Locker. Como de costume, a mente do leitor de Heffernan fica expandida pela dela. Steven Levy


Envie seus comentários e sugestões e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com

✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets

Os Sertões - Euclides da Cunha


É o mais inclassificável dos clássicos de língua portuguesa. Reportagem, romance pré-modernista, tratado de geografia, ensaio sociológico e antropológico, obra historiográfica, uma epopeia comparável à Ilíada, como pretendeu o crítico literário Alexei Bueno? Os Sertões, que agora pode ser lido nesta cuidada edição prefaciada e anotada por Leopoldo M. Bernucci, é provavelmente tudo isso, além de nos oferecerer um espantoso relato da chamada Guerra de Canudos, que no final do século XIX opôs o exército brasileiro ao movimento popular dirigido pelo líder messiânico Antônio Conselheiro. Um episódio que fascinou muitos autores, incluindo o peruano Mario Vargas Llosa, que lhe chamou A Guerra do Fim do Mundo.

Comente e compartilhe este artigo!

⬛◼◾▪ Social Media ▪◾◼⬛
• FACEBOOK • TWITTER • INSTAGRAM  • TUMBLR   GOOGLE+   LINKEDIN   PINTEREST

⬛◼◾▪ Blogs ▪◾◼⬛
• SFE®  • SFE Tech®  • SFE Terms®  • SFE Books®  • SFE Biography®
⬛◼◾▪ CONTATO ▪

O Fim do Poder - Moises Naím

O Fim do Poder - Moises Naím


Saiba como se configura a nova ordem mundial. O mundo vem passando por uma série de transformações. Potências hegemônicas como os Estados Unidos têm de lidar com cada vez mais limitações em sua atuação, e as grandes companhias agora enfrentam a crescente ameaça dos pequenos empreendimentos.
O poder, na política ou nos negócios, está se tornando mais fragmentado. Ao longo de ‘O fim do poder’, o escritor venezuelano Moisés Naím, discute as mudanças pelas quais o mundo vem passando desde meados do século XX e procura explicar por que o poder é hoje tão transitório – e tão difícil de manter e usar, examinando o papel das novas tecnologias e identificando as forças que estão por trás dessas transformações.
Envie seus comentários e sugestões e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com

✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets

The Idealist - Aaron Swartz e a ascensão da cultura livre na Internet - Justin Peters

The Idealist - Aaron Swartz e a ascensão da cultura livre na Internet - Justin Peters

Não há escassez de memoriais de Aaron Swartz. Embora Swartz faça sua fortuna como o co-fundador da Reddit, nos anos desde seu suicídio de 2013, o pioneiro da Internet tem sido admirado principalmente por seu trabalho ativista. Tanto o documentário e um livro póstumo lançado de ensaios tentam retratá-lo, principalmente, como um campeão do movimento informação livre e um acérrimo defensor da web aberta.
O empurrão para canonizar Swartz é realçado somente pelas circunstâncias tristes de sua morte: Na altura de seu suicídio, Swartz enfrentou uma acusação federal para transferir aproximadamente 4 milhões de artigos da base de dados acadêmico JSTOR, pretendendo liberar os artigos copyrighted ao público: "Roubar é roubar, quer você use um comando de computador ou um pé-de-cabra", disse a promotora Carmen Oritz sobre as ações de Swartz. Mas Swartz considerava-se um libertador da informação como Robin Hood. A informação, segundo ele, pertence ao público.
Em The Idealist, Justin Peters começa por destacar essa interação, situando vida de Swartz dentro da guerra secular sobre quem é o dono do conteúdo. Com precisão irônica, Peters narra a progressão de nossas ideias sobre a disseminação da informação: do lexicógrafo Noah Webster, que fez lobby para o ato de direitos autorais de 1790, para Edward Snowden. Em mãos diferentes, um mergulha profundo de 200 anos pode parecer gratuito, mas Peters usa sua História para dar peso e mais peso ao dilema de Swartz. Na verdade, Swartz se viu preso no lado errado de uma questão que esteve em constante estado de fluxo durante séculos. Peters nos lembra da segunda metade esquecida da famosa citação de Stewart Brand, "A informação quer ser livre": "[Informações] quer ser cara ... Essa tensão não vai embora" - Alexis Sobel Fitts.



Envie seus comentários e sugestões e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com

✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets


Esta é a versão condensada (mas ainda assim com milhares de páginas) da magistral biografia de Winston Churchill do historiador britânico Martin Gilbert (1936-2015). Churchill ainda estava vivo quando, em 1962, o seu filho Randolph, que preparava a biografia do pai, convidou o jovem professor de Oxford a colaborar no projeto. Mas quando Randolph Churchill morreu, em 1968, só os dois primeiros tomos estavam prontos. Gilbert ficou encarregado de concluir a obra, que acabaria por ter 8 volumes, cada um deles acompanhado por vários anexos documentais, num total de mais de 25 mil páginas. Um gigantesco trabalho de décadas que o historiador conseguiu resumir neste seu livro de 1991.


Comente e compartilhe este artigo!

⬛◼◾▪ Social Media ▪◾◼⬛
• FACEBOOK • TWITTER • INSTAGRAM  • TUMBLR   GOOGLE+   LINKEDIN   PINTEREST

⬛◼◾▪ Blogs ▪◾◼⬛
• SFE®  • SFE Tech®  • SFE Terms®  • SFE Books®  • SFE Biography®
⬛◼◾▪ CONTATO ▪

Os Anjos Bons da Nossa Natureza: Por que a Violência Diminuiu - Steven Pinker

Os Anjos Bons da Nossa Natureza: Por que a Violência Diminuiu - Steven Pinker


Em seu primeiro discurso como presidente dos Estados Unidos, em 1861, Abraham Lincoln apelou aos ‘anjos bons de nossa natureza’ quando pediu à região sul do país, escravagista, que evitasse uma guerra contra o norte abolicionista. Sua súplica não foi atendida, e os americanos deram início ao conflito mais mortal de sua história. Banhos de sangue como a Guerra Civil Americana, porém, estão cada vez mais restritos ao passado, e estudiosos tentam hoje entender por que a sociedade contemporânea recorre menos à violência para resolver disputas.
Em ‘Os anjos bons da nossa natureza’, o psicólogo canadense Steven Pinker toma para si o desafio duplo de responder a essa questão e de explicar as razões pelas quais as pessoas têm trilhado o caminho da paz com mais frequência, seja nas relações interpessoais, seja na diplomacia global. Não é fácil enxergar essa tendência, reconhece Pinker.

Desafios


A constatação de que a taxa de homicídios em países europeus caiu entre 90% e 98% desde a Idade Média, por exemplo, acaba sendo ofuscada pelo fato de que o continente passou pelo maior genocídio de sua história há menos de um século. Como teste de sanidade, o autor se respalda nas mais completas fontes de informação disponíveis para enxergar o processo de pacificação.
‘Os anjos bons da nossa natureza’ cobre toda a escala de tempo da história humana, baseando-se em levantamentos de dados em arqueologia, estatísticas de criminalidade, contagens de baixas em guerras e outras formas de registro da violência. Numa empreitada multidisciplinar que envolve história, ciências sociais e psicologia, o autor constrói uma teoria robusta e coerente, que já constitui referência fundamental sobre o assunto.
Mantendo o estilo afiado de seus livros anteriores, Pinker se destaca por sua clareza de argumentação, que é acessível ao público geral, mas não recorre a banalizações. No trajeto do livro, o autor analisa os diferentes períodos históricos em que a pacificação progrediu e mostra quais aspectos da natureza humana estiveram em jogo durante esses processos. ‘Anjos’ da empatia, do autocontrole, do senso moral e da razão lutam pela natureza humana contra “demônios” como o da predação, o da vingança e o do sadismo. Da interação desses sentimentos com cada momento histórico é que Pinker desenvolve uma teoria para descrever quais forças sociais e psicológicas moveram a saga da violência.”
Envie seus comentários e sugestões e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com

✔ Brazil SFE®✔ Brazil SFE®´s Facebook´s Profile  Google+   Author´s Professional Profile  ✔ Brazil SFE®´s Pinterest       ✔ Brazil SFE®´s Tweets
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...